O advogado Martin De Luca, que representa empresas ligadas ao presidente dos Estados Unidos Donald Trump (Trump Media e Rumble), criticou a decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de prorrogar a votação do segundo turno até as 19h. Em publicações nas redes sociais, De Luca questionou por que a medida foi tomada pelo Supremo e não pelo Tribunal Superior Eleitoral.

“O que Zanin fazia antes de se tornar juiz do STF? Ah, sim, ele era advogado de defesa criminal de Lula em seus processos por corrupção”, escreveu. O advogado classificou a prorrogação como uma “manipulação descarada das eleições” e afirmou que uma eventual vitória de Lula nessas condições poderia não ser reconhecida internacionalmente como eleição livre e justa. Ele ainda comparou o episódio a práticas da Venezuela e perguntou se Lula estaria prestes a se tornar “o próximo Nicolás Maduro”.

A decisão de Zanin atendeu a pedido da coligação de Lula, que alegou problemas de transporte de eleitores. O ministro esclareceu posteriormente que a prorrogação vale apenas para seções cujas urnas ainda estavam abertas. O caso gerou reações de parlamentares brasileiros e agora chega a repercussão internacional.