ABERT E ASTRAL DIZEM QUE FALHA DE ÁUDIO DE FLÁVIO FOI PROBLEMA TÉCNICO NO PROCESSAMENTO E TSE INVESTIGA
Na noite desta segunda, Abert e Astral informaram que a falha de áudio na propaganda de Flávio Bolsonaro ocorreu por problema técnico no processamento da mídia, que havia sido recebida em perfeitas condições. O erro foi comunicado ao TSE, que abriu investigação. O tribunal disse que os áudios de Flávio e Lula não foram carregados na finalização, mas o de Lula foi corrigido a tempo e o de Flávio será reexibido.
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) e a Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral) afirmaram na noite desta segunda-feira, 12, que a falha no áudio da propaganda eleitoral de Flávio Bolsonaro ocorreu após um problema técnico no processamento da mídia da campanha. Segundo as entidades, o vídeo foi recebido em perfeitas condições do partido, mas houve falha em seguida. A ocorrência foi comunicada prontamente ao Tribunal Superior Eleitoral, que abriu investigação para apurar o caso.
O TSE informou que, no momento da finalização das mídias antes da exibição do bloco das 13h, os áudios das propagandas de Flávio e de Lula não foram carregados. O problema foi corrigido a tempo da exibição da peça do petista, de modo que apenas a de Flávio foi ao ar sem som. O tribunal afirmou que o arquivo de Flávio foi corrigido e será reexibido pelo pool de emissoras. A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) disse que a falha não teve origem na estatal e que toda a operação de exibição é de responsabilidade do pool de emissoras, organizado pela Abert, nos termos da Resolução TSE nº 23.610/2019.
As campanhas fazem o upload das propagandas diretamente no site de responsabilidade do pool. Abert e Astral destacam que a transmissão da propaganda eleitoral é um modelo consolidado ao longo de diversas eleições e realizado de forma compartilhada pelas emissoras participantes. A falha de hoje gerou repercussão e a campanha de Flávio havia afirmado que o material enviado continha áudio e havia sido conferido. O caso segue sob apuração do TSE e o arquivo será reexibido.

