Há uma potência que não está em campo no conflito entre os Estados Unidos e o Irã. Não tem navios no Estreito de Ormuz, não tem tropas no Golfo Pérsico, não disparou um único tiro. Mas, segundo analistas geopolíticos de Pequim a Washington, essa potência pode ser a maior beneficiária desta guerra. Seu nome é China. E a pergunta que os estrategistas americanos deveriam fazer com urgência é: enquanto os EUA queimam seu arsenal e seu caixa no Oriente Médio, quem está preparando o tabuleiro do amanhã?

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