A América Latina assiste a mais um espetáculo de autoritarismo e desespero por parte da esquerda radical. Na última quarta-feira, dia 20 de maio de 2026, o governo do presidente socialista da Colômbia, Gustavo Petro, expulsou o embaixador da Bolívia em Bogotá, Ariel Percy Molina Pimentel, aprofundando uma crise diplomática sem precedentes. A medida foi uma retaliação imediata após o novo presidente legítimo da Bolívia, o conservador Rodrigo Paz, escorraçar a embaixadora colombiana Elizabeth García de La Paz, cansado de aguentar as constantes e abusivas interferências de Petro nos assuntos internos dos bolivianos.

HISTÓRICO QUE NINGUÉM QUER LEMBRAR

A Bolívia vive um momento histórico de libertação que a esquerda internacional simplesmente não consegue engolir. Após duas décadas de destruição econômica e social promovida pelos governos socialistas de Evo Morales e Luis Arce, a população boliviana elegeu o conservador Rodrigo Paz para reconstruir o país. O novo governo assumiu há cerca de seis meses com a missão de consertar a pior crise econômica boliviana em quarenta anos, herança maldita deixada pela esquerda que esvaziou os cofres públicos e destruiu a moeda local. No entanto, em vez de permitirem que o novo presidente eleito trabalhe, as viúvas do socialismo decidiram incendiar as ruas.

A CONTRADIÇÃO QUE EXPÕE A ESQUERDA

O estopim para a quebra da diplomacia foram as declarações criminosas e irresponsáveis de Gustavo Petro. Em vez de respeitar a soberania do país vizinho, o presidente colombiano usou seus canais oficiais para classificar os protestos violentos e bloqueios de estradas promovidos por militantes radicais como uma insurreição popular. Petro chegou ao cúmulo de atacar as forças de segurança bolivianas e tentar impor uma mediação internacional descabida. Essa é a hipocrisia clássica da esquerda: quando o povo vai às ruas pacificamente contra os abusos do STF ou de governos esquerdistas, eles chamam de atos antidemocráticos; quando sindicatos de esquerda destroem cidades para derrubar um governo de direita, eles chamam de movimento social legítimo.

A TENTATIVA DE GOLPE DE EVO MORALES

Por trás dessa dita insurreição popular que Petro tanto defende, existe um plano claro e documentado de golpe de Estado liderado pelo ex-ditador Evo Morales. Utilizando grupos de camponeses, mineiros e operários doutrinados, Morales organizou o bloqueio criminoso de rodovias essenciais, impedindo a chegada de combustíveis, alimentos e medicamentos nas principais cidades da Bolívia. O objetivo explícito dessa tática de guerrilha urbana é sufocar o governo do presidente Rodrigo Paz e forçar a sua renúncia na marra, atropelando o resultado soberano das urnas. Incapaz de vencer no debate de ideias, a velha esquerda tenta retomar o poder pelo caos e pela violência física.

CONIVÊNCIA ESCANDALOSA DE GUSTAVO PETRO

A postura de Gustavo Petro não é um erro de cálculo, mas sim um alinhamento ideológico cego e vergonhoso com o Foro de São Paulo. Como padrinho e aliado histórico de Evo Morales, o presidente da Colômbia transformou a diplomacia do seu país em um escudo para proteger golpistas. Em suas redes sociais e em entrevistas à imprensa local, Petro tenta abafar o rastro de destruição deixado pelos manifestantes radicais, enquanto o próprio Evo Morales foi ao X defender a postura agressiva da Colômbia e atacar o governo de Rodrigo Paz. É o consórcio da esquerda latino-americana trabalhando unido para blindar seus aliados e tentar desestabilizar qualquer liderança que defenda a liberdade e o livre mercado.

REAÇÕES DA DIREITA E DO CONGRESSO

Lideranças conservadoras em toda a América Latina reagiram com veemência contra os ataques de Gustavo Petro à soberania boliviana. Parlamentares de oposição na Colômbia e no Brasil apontam que o presidente colombiano cruza uma linha perigosa ao usar a máquina estatal para apoiar indiretamente uma tentativa de derrubada de um governo democraticamente eleito. O presidente Rodrigo Paz reafirmou que a expulsão da embaixadora colombiana foi um ato de legítima defesa para preservar os princípios de não intervenção, deixando claro que a Bolívia não aceitará mais ser capacho de ditadores ou de militantes travestidos de chefes de Estado.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Embora o Ministério das Relações Exteriores da Bolívia tenha emitido nota esclarecendo que a expulsão dos diplomatas ainda não significa o rompimento definitivo das relações bilaterais, o isolamento político entre Bogotá e La Paz deve aumentar. Rodrigo Paz já sinalizou uma forte aproximação com o governo do presidente americano Donald Trump e com outras forças conservadoras da região para blindar suas fronteiras contra o crime organizado e a infiltração de militantes esquerdistas. O governo boliviano promete manter a mão firme na aplicação das leis de segurança nacional para desobstruir as vias públicas e reestabelecer a ordem.

A PERGUNTA QUE FICA

Diante de mais um ataque coordenado contra um governo legítimo de direita na América Latina, até quando a comunidade internacional vai fingir que figuras como Gustavo Petro e Evo Morales defendem a democracia? Se o foro de esquerda tem o direito de financiar e apoiar o caos nas ruas para derrubar os opositores, o que impede o cidadão de bem de se levantar com força total em defesa da sua liberdade?