KAST ENCONTRA MILEI E SELA EIXO DE DIREITA NA AMÉRICA DO SUL – BRASIL DE LULA FICA ISOLADO EM MEIO AO ESCUDO DAS AMÉRICAS.
Presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, viaja a Buenos Aires logo após vitória e reforça aliança conservadora com Javier Milei; movimento integra o “Escudo das Américas” de Trump e expõe o isolamento crescente do
O presidente eleito do Chile, José Antonio Kast, visitou Javier Milei na Casa Rosada poucos dias após sua vitória esmagadora nas urnas. O encontro, carregado de simbolismo, marca o fortalecimento de um eixo de direita na América do Sul, com foco em liberdade econômica, combate ao crime, controle de fronteiras e oposição ao socialismo do século XXI. Kast, que tomará posse em 11 de março de 2026, deixou claro que Chile e Argentina trabalharão juntos – e o recado para o resto do continente foi direto: a onda conservadora avança.
O QUE ACONTECEU NO ENCONTRO QUE ABALOU A ESQUERDA REGIONAL
Kast voou para Buenos Aires imediatamente após a eleição e foi recebido por Milei com abraços e demonstrações públicas de afinidade ideológica. Os dois discutiram cooperação bilateral, criação de corredores para deportação de imigrantes ilegais e alinhamento em pautas conservadoras. Milei, que já participa ativamente do “Escudo das Américas” promovido por Donald Trump, vê em Kast um parceiro estratégico para formar uma frente contra o avanço da esquerda. O encontro não foi protocolar – foi político e ideológico.
O ESCUDO DAS AMÉRICAS DE TRUMP E A NOVA ALIANÇA DE DIREITA
A visita de Kast se insere no contexto maior da cúpula “Shield of the Americas” (Escudo das Américas), convocada por Trump. Nela, Milei, Nayib Bukele (El Salvador), Daniel Noboa (Equador) e outros líderes de direita se reúnem para discutir segurança, combate ao narcotráfico e prosperidade com base em liberdade. Kast já sinalizou adesão plena. Essa coalição une governos que defendem valores conservadores e rejeitam o Foro de São Paulo – enquanto Lula permanece fora, isolado com aliados como Maduro (Venezuela), Díaz-Canel (Cuba) e Ortega (Nicarágua).
O ISOLAMENTO CADA VEZ MAIOR DO BRASIL DE LULA
Enquanto Argentina e Chile constroem pontes de direita, o Brasil petista fica para trás. Lula mantém relações próximas apenas com ditaduras e regimes autoritários de esquerda: Venezuela, Cuba, Nicarágua e Bolívia (ainda sob influência chavista). Países como Paraguai, Uruguai (com guinada à direita) e agora Chile se afastam. O Itamaraty, antes respeitado, hoje é visto como porta-voz de um projeto ideológico falido. Milei já ironizou o Brasil em mapas que mostram países de esquerda como “favelas” e os de direita como nações desenvolvidas – uma provocação que reflete a realidade geopolítica atual.
O QUE ISSO SIGNIFICA PARA 2026
A direita sul-americana se organiza, dialoga com Trump e avança em pautas comuns. O Brasil, preso ao eixo do Foro de São Paulo, corre o risco de ficar ainda mais isolado economicamente e diplomaticamente. Se a direita brasileira retornar ao poder, poderá se reintegrar a esse novo bloco de prosperidade e liberdade. Por enquanto, Lula assiste sozinho ao crescimento de líderes como Milei e Kast – a prova viva de que o socialismo encolhe enquanto o conservadorismo avança na América Latina.

