EDUARDO BOLSONARO DETONA INDICAÇÃO DE JORGE MESSIAS AO STF
Deputado federal critica duramente a possível escolha do atual AGU de Lula para a Suprema Corte e relembra episódio histórico do termo "Bessias".
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) subiu o tom contra a possível indicação de Jorge Messias, atual chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista concedida ao canal Rede Comunica Brasil, conforme vídeo divulgado pelo perfil Carteiro Reaça em 28 de abril de 2026, o parlamentar expressou preocupação com o aparelhamento ideológico da corte e criticou a proximidade de Messias com o projeto de poder do PT. A reação de Eduardo Bolsonaro reflete o sentimento de indignação da base conservadora diante da perspectiva de mais um aliado de Lula no Judiciário.
O RETORNO DO FANTASMA DO "BESSIAS"
A crítica de Eduardo Bolsonaro resgata um dos episódios mais controversos da política brasileira recente: o áudio de 2016 em que a então presidente Dilma Rousseff mencionava o envio do termo de posse de Lula através de um assessor chamado "Bessias". Para o parlamentar, a indicação de Jorge Messias não passa de uma recompensa pela lealdade histórica ao grupo político da esquerda, ignorando critérios de notável saber jurídico isento. A direita argumenta que o perfil do atual AGU é estritamente militante e focado em blindar o governo federal.
APARELHAMENTO JUDICIAL EM FOCO
Durante a sua participação na live, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro destacou que a chegada de Messias ao STF consolidaria uma hegemonia esquerdista capaz de sufocar as liberdades individuais. Segundo Eduardo, o Brasil atravessa um momento de crise institucional onde o Judiciário tem sido utilizado para perseguir opositores políticos. A indicação de um nome de extrema confiança de Lula seria, na visão do deputado, o último passo para garantir a impunidade do atual regime e a manutenção de políticas autoritárias.
REAÇÃO DA OPOSIÇÃO NO CONGRESSO
A mobilização no Congresso Nacional para barrar o nome de Messias já começou a ganhar corpo entre senadores da oposição. Eduardo Bolsonaro tem articulado para que a sabatina no Senado seja rigorosa e técnica, expondo o que ele chama de "currículo de obediência". Até o momento não há confirmação oficial desta informação por parte do Palácio do Planalto sobre a formalização da indicação, mas os movimentos de Jorge Messias em jantares com líderes políticos indicam que a decisão está próxima.
A DEFESA DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES
Para os conservadores, o STF deveria ser ocupado por juristas comprometidos com a Constituição e não com agendas partidárias. Eduardo Bolsonaro reiterou que a direita não aceitará passivamente o avanço do socialismo sobre as instituições de controle. A crítica do deputado serve como um alerta para a sociedade civil sobre a importância da composição da Suprema Corte, que decide temas fundamentais como o direito à propriedade, a liberdade de expressão e a segurança jurídica do país.
IMPACTO NAS ELEIÇÕES E NO JUDICIÁRIO
A possível nomeação de Messias é vista como uma estratégia de Lula para garantir uma maioria favorável em julgamentos de alto impacto político antes das próximas eleições. Eduardo Bolsonaro enfatizou que cada nova indicação do governo petista afasta o STF do povo brasileiro e o transforma em um braço do Executivo. O clima de tensão entre os poderes tende a aumentar, com a oposição prometendo uma batalha política sem precedentes para defender a alternância de visões dentro do Poder Judiciário.
O QUE PODE ACONTECER A SEGUIR
Nos próximos dias, a pressão nas redes sociais e nas ruas deve aumentar à medida que o nome de Jorge Messias ganha força. Eduardo Bolsonaro convocou seus seguidores a monitorarem os senadores de seus estados, cobrando posicionamento firme contra o aparelhamento do STF. Se a indicação for confirmada, o país assistirá a uma das sabatinas mais politizadas da história recente, onde o passado de Messias e sua ligação direta com o lulismo serão os principais alvos de questionamento.

